Microgeração

Para o ANO 2014 e de acordo com o Despacho do DGEG, de 26 de dezembro de 2013 A MELHOR Solução para a MICROGERAÇÃO é o SISTEMA DO REGIME GERAL.

As tarifas publicadas não são compensadoras, não tendo por esta razão qualquer interesse económico.

Pensamos que o Regime GERAL será o regime que irá ter maior procura devido essencialmente aos seguintes fatores:

  • Não está sujeito a atribuição de Quotas Anuais;
  • Pode decidir avançar com o projeto sem contrapartidas e a qualquer altura;
  • O preço da Tecnologia atingiu valores que incentivam o INVESTIMENTO – Preço do kWh produzido suficientemente competitivo;
  • A tendência do Custo da Eletricidade é de continuar a aumentar Ano após Ano (A Europa Importa 80% da Energia) o que beneficia este REGIME (A eletricidade é vendida a preço de mercado);
  • Retorno de INVESTIMENTO entre 6-8 Anos !

A QUESTÃO É SIMPLES!

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COMO É QUE PODEMOS FAZER:

Disponibilizamos pacotes Solares em função da Potencia Contratada, sendo que neste Regime, quanto maior a potencia Fotovoltaica Instalada, maior é o Benefício.

Potencia Nominal Máxima:

  • 5,75 kW PARTICULARES / EMPRESAS
  • 11,04 kW CONDOMÍNIOS

 PROMOÇÃO MICRO 2014 SAIBA MAIS…

ENQUADRAMENTO

Detém um contrato de fornecimento de eletricidade com um comercializador? Tem consumos relevantes? Tem espaço não utilizado no local? Aproveite e rentabilize-o através da instalação de uma unidade de microgeração ou microprodução Plurienergia!

A microprodução ou microgeração possibilita a produção e venda de energia elétrica ao distribuidor (a EDP ou outro comercializador de energia), através de uma instalação fotovoltaica de pequena potencia e em baixa tensão.

Decreto-Lei n.º 118-A/2010, de 25 de outubro
Simplifica o regime jurídico aplicável à produção de eletricidade por intermédio de instalações de pequena potência, designadas por unidades de microprodução, e procede à segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 363/2007, de 2 de novembro, e à segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 312/2001, de 10 de dezembro.Neste diploma são definidos diversos aspetos, tais como o papel das várias entidades envolvidas na microprodução (produtores, instaladores, comercializadores EDP, DGEG, etc.), os requisitos para o licenciamento das instalações e o valor da tarifa subsidiada aplicável a cada tecnologia.

 

 

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A Energia Fotovoltaica é a conversão direta de energia solar em energia elétrica através do efeito Fotovoltaico. Este efeito, que se passa nas células fotovoltaicas, consiste na criação de uma diferença de potencial elétrico através da radiação incidente. Assim, os fotões da energia solar ao atingirem os átomos de silícios das células fotovoltaicas provocam a emissão de eletrões, gerando assim corrente elétrica.

Os painéis solares produzem eletricidade em corrente contínua. Como a rede elétrica pública funciona em corrente alternada, torna-se necessário utilizar um dispositivo, designado inversor, que converte a corrente contínua em corrente alternada. O inversor utilizado numa instalação de microprodução deve ter um bom rendimento, caso contrário desperdiçar-se-á uma parte significativa da energia produzida, com reflexo negativo na rentabilidade do investimento.

A energia produzida pode ser vendida na sua totalidade à rede.

Existem dois regimes remuneratórios, o Regime Bonificado e o Regime Geral cabendo ao cliente fazer a sua opção no portal renováveis na hora.

De acordo com o Despacho da DGEG, de 26 de dezembro de 2013 as tarifas do regime bonificado são as seguintes:

  • Nos primeiros 8 anos a tarifa é de 0,066€/KWh;
  • Nos 7 anos seguintes a tarifa é de 0,145€/KWh.

Para ter acesso ao regime bonificado terá de reunir as seguintes condições:

  • A potência de ligação da unidade de microgeração tem de ser inferior ou igual a 50% da potência contratada e no máximo de 3,68kW. Para condomínios o limite máximo são 11,04kW e não depende da potência contratada.
  • Terá de ter instalado um sistema solar térmico de AQS (águas quentes sanitárias). Em alternativa poderá optar por instalar uma caldeira de biomassa. Nos condomínios é necessário realizar uma auditoria energética.

Dependendo da solução técnica adotada com o regime bonificado, poderá obter:

  • Período de retorno investimento a partir de 6 anos. Dependerá essencialmente do número de painéis instalados, da sua potência, da exposição solar, etc. Conforme a relevância dos fatores indicados, a sua instalação terá um determinado valor (€) de produção anual e esse mesmo valor vai abatendo ao valor que investiu, sendo que no máximo em 6 anos a microgeração paga-se a si própria. A partir desse momento, é só amealhar o lucro da produção uma vez que já tem a sua microprodução paga.

Para o regime geral a tarifa, preço de venda é igual ao preço de custo do tarifário aplicável pelo seu comercializador.

Para 2014 este é o REGIME mais FAVORÁVEL.

Para aceder ao regime geral terá de reunir as seguintes condições:

  • A potência de ligação da unidade de microgeração tem de ser inferior ou igual a 50% da potência contratada e no máximo de 5,75 kW. Para condomínios mantem-se o limite máximo de 11,04kW e não depende da potência contratada.
  • Contrariamente ao regime bonificado, no regime geral não terá de ter instalado qualquer sistema solar térmico de AQS (águas quentes sanitárias) e para os condomínios não é necessário realizar qualquer auditoria energética.

Atualmente o Regime Geral é o regime mais promissor, atendendo à evolução dos tarifários, à potencia de ligação permitida (5,75 kW) e ao fato de não ser necessário nenhum investimento adicional (Sistema Solar para AQS ou Auditoria).

No Regime Geral dependendo da solução escolhida, poderá obter:

  • Período de retorno do Investimento a partir de 7 anos. Dependerá essencialmente do número de painéis instalados, da sua potência, da exposição solar, etc. Conforme a relevância dos fatores indicados, a sua instalação terá um determinado valor (€) de produção anual e esse mesmo valor vai abatendo ao valor que investiu, sendo que no máximo em 7 anos a microgeração paga-se a si própria. Como tem mais potência produz mais energia e com a tarifa tem tendência a aumentar, o rendimento vai no mesmo sentido. Atualmente é uma Excelente aposta. Pode avançar quando quiser…

Caso não tenha todo o capital disponível, a Plurienergia tem parcerias com vários Bancos e entidades financeiras, pelo que não terá que se preocupar com o financiamento Para mais informações, consulte-nos.

COMO SE PROCESSA?

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AS FASES DO PROJETO SÃO AS SEGUINTES:

1º Fase: Registo – Proceder ao registo no Sistema de Registo de Microprodução (SRM), na plataforma informática disponibilizada no sitewww.renovaveisnahora.pt. A Plurienergia poderá efetuar este serviço, mediante a cedência dos dados e elementos do cliente e sem qualquer compromisso comercial Após inscrição, é indicado referência Multibanco para pagamento da Taxa. A taxa de registo é de 615,00€ (IVA incluído), sendo um encargo do cliente.

2º Fase: Instalação – Após a aprovação do processo como produtor pelo SRM e atribuição de potência por parte da CERTIEL procede-se à execução da instalação fotovoltaica. O prazo para realização da instalação e pedido de inspeção é de 4 meses.

3º Fase: Contrato com o comercializador de energia (EDP) – Após inspeção/aprovação da Microgeração a CERTIEL emite o Certificado de Exploração. O Comercializador emite e envia ao produtor no prazo de 10 dias o Contrato de Venda de Energia para assinar e devolver assinado.

4º Fase: Ligação À rede – O Comercializador, após receção do contrato assinado tem 10 dias para ligar a unidade de microprodução à Rede Elétrica de Serviço Público (RESP).

5ª Fase: Produção de energia – Após a conclusão deste processo, o produtor inicia a produção de energia e a rentabilização do seu Investimento.

A Lei determina que todos os consumidores de energia elétrica em baixa tensão têm acesso à atividade de microprodução ou de microgeração, ou seja, estão abrangidos indivíduos, empresas, condomínios, entidades públicas e quaisquer outras entidades, desde que disponham de um contrato de fornecimento de eletricidade.
Para iniciar o seu projeto bastará entrar em contacto com a Plurienergia.

Cada entidade (cliente) poderá instalar tantos sistemas de microgeração quantos os contratos de fornecimento de eletricidade de que seja titular. Uma entidade que tenha vários contratos ativos de eletricidade em vários locais, poderá instalar vários sistemas de microprodução independentes.

No âmbito da microgeração ou microprodução Plurienergia procede gestão do processo desde o Registo da Unidade e até à sua ligação à rede:

  • A Plurienergia elabora o processo de licenciamento da instalação de microprodução, que passa pelo registo no portal renováveis na hora criado pela DGEG especialmente para o efeito, em www.renovaveisnahora.pt.
  • Após registo o cliente é avisado por SMS no seu telemóvel e dispõe de 8 dias para pagar a taxa.
  • Quando a atribuição de potência do registo for confirmada, o Produtor dispõe de 4 meses para proceder à instalação do sistema de microprodução contactando a Plurienergia para o efeito.
  • A Plurienergia requer a inspeção da unidade no sistema. O certificado de exploração é emitido pela Certiel após aprovação da Inspeção da instalação.
  • Após assinatura do contrato com o Comercializador (EDP ou outro) a instalação é ligada à rede pública. A Plurienergia acompanha todo o processo.

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  • A Plurienergia disponibiliza algumas das melhores marcas do mercado;
  • Acompanhamos o seu processo de forma personalizada, apresentando soluções técnicas de acordo com o seu caso e estudos de viabilidade e retorno do investimento.
  • Associado aos nossos projetos oferecemos sempre Contratos de Manutenção e Assistência de modo a rentabilizar ao máximo o seu investimento.
  • Temos a segurança e experiencia de uma equipa qualificada, com alvará atribuído pelo INCI.
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LEGISLAÇÃO

Decreto-Lei n.º 363/2007, de 2 de novembro (Republicado pelo Decreto-Lei n.º 118-A/2010, de 25 de outubro)
Estabelece o regime jurídico aplicável à produção de eletricidade por intermédio de unidades de microprodução.

Decreto-Lei n.º 118-A/2010, de 25 de outubro
Simplifica o regime jurídico aplicável à produção de eletricidade por intermédio de instalações de pequena potência, designadas por unidades de microprodução, e procede à segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 363/2007, de 2 de novembro, e à segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 312/2001, de 10 de dezembro.

Decreto-Lei n.º 25/2013, de 19 de fevereiro
Procede à terceira alteração ao Decreto-Lei n.º 363/2007, de 2 de novembro, que estabelece o regime jurídico aplicável à produção de eletricidade por intermédio de unidades de microprodução, e à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 34/2011, de 8 de março, que estabelece o regime jurídico aplicável à produção de eletricidade por unidades de miniprodução.